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domingo, 3 de junho de 2012

Animais abandonados

animal

Quando fiquei desempregada, pensei logo em adoptar um animal, porque pensei que teria muito mais tempo livre e estaria mais pelo lar, logo já podia ter uma companhia canina ... contudo como espero encontrar emprego rapidamente ...  e não tenho controlo nos meus horários, pois posso ter entrevistas a qualquer hora ... e depois de começar a trabalhar não terei tempo para cuidar de um animal, porque passo pouco tempo no lar, saio de manhã cedo e só volto à noite. Como poderia dar uma voltinha com um animal? ... não dá!
Já para não falar dos custos inerentes a ter um animal: seguro, vacinação em dia, comida ...E neste momento, estou em contenção de custos!
Eu li uma vez um artigo, em que colocaram reclusas de uma cadeia, a tomar conta de animais traumatizados e abandonados. E foi um sucesso, porque apoiaram-se mutuamente!


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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Voluntariado

Eu já fiz muitos trabalhos comunitários na minha terra, antes de começar a trabalhar, em forma de voluntariado:
  • catequese - 6 anos
  • acólita - 3 anos
  • bombeira voluntária - 4 anos
  • grupo coral - 12 anos
  • fui dadora de sangue - dei 3 vezes e como nas 3 desmaiei a seguir ... à 4ª excluíram-me de ser dadora de sangue
Depois comecei  a trabalhar e não consegui conciliar o trabalho com outras atividades, porque demorava muito tempo na deslocação e o tempo de trabalho não era só 8h diárias. E os fins de semana estavam ocupados com a lida da casa, família e amigos.
Neste momento o meu único trabalho comunitário é escrever este blogue, porque não posso estabelecer horários, nem dispor € para deslocações, para fazer parte dos grupos que eu fazia ou outros grupos, sem saber o meu futuro.
  Na newsletter da Fundação Calouste Gulbenkian, nº 133 li a conclusão do relatório Portugal's Non Profit Sector in a Comparative Context que o setor não lucrativo representa 4.3% do emprego em Portugal e é a 8ª maior força de trabalho do país.

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